Home > Notícias
  MEU CADASTRO
 
   Esqueceu a senha?
PAGAMENTO ON-LINE
Pague nossos serviços de forma simples e fácil com sua conta no PAGSEGURO. Saiba como!
   19/10/2009  
 

 

Casos humanos de Psitacose (Clamídia)

Em novembro de 2007, 499 pequenos periquitos que ocorrem no sul do Brasil, popularmente conhecidos como caturritas ("Myiopsitta monachus"), foram apreendidos pela Polícia Ambiental de Rio Pardo (151 km de Porto Alegre), quando eram transportados nos bancos traseiros de dois fuscas na BR-290, no município de Pantano Grande (125 km da capital). Eles permaneceram por um dia na sede do pelotão aguardando uma orientação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Depois, foram transferidos para a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), que cuidaria dos animais até que eles pudessem ser soltos na mata. A universidade encaminhou os animais para uma clínica veterinária de Porto Alegre, para o zoológico do município de Canoas (20 km da capital) e para pessoas que se ofereceram para cuidar das aves. Em 7 de dezembro, os funcionários da universidade começaram a sentir náuseas, dores de cabeça e no corpo e febre. Eles foram diagnosticados com uma psitacose - doença de aves transmitida para pessoas (veja mais sobre isso mais adiante em "INFORMAÇÕES IMPORTANTES”). "A maioria das caturritas era filhote, que não podia se alimentar sozinha e exigia uma atenção especial. Por isso, tivemos que mobilizar um número muito grande de pessoas para cuidar delas, inclusive estudantes", conta o diretor do Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS, Carlos Afonso Beck. No total, 17 pessoas, entre professores, estudantes e funcionários da instituição de ensino apresentaram a doença. Quatro soldados, um sargento, um tenente e um veterinário da Polícia Ambiental também tiveram os mesmos sintomas. Quatro deles estão internados, dois com pneumonia avançada. (Fonte: Talita Bedinelli da Agência Folha). Em julho de 2006 a importante revista de divulgação científica Journal of Medical Microbiology publicou um estudo feito a partir de um surto de ornitose ocorrido em 2004 em Amsterdã, onde alunos e professores de um Hospital Escola de Veterinária foram infectados com a "Chlamydophila psittaci" durante aula prática com Calopsitas ("Nymphicus hollandicus") (a ave que aparece na foto em destaque). Entre as pessoas, algumas sequer foram infectadas enquanto outras tiveram septicemia e falência múltipla de órgãos e internadas em UTI. A equipe de pesquisadores holandeses utilizou a mesma estratégia de diagnóstico laboratorial adotada pelo laboratório Unigen em sua rotina para detectar e identificar a bactéria, a P.C.R. (Polymerase Chain Reaction) em amostras das fezes das aves. Em humanos a amostra de escolha foi expectorado pulmonar. No laboratório Unigen temos detectado a "Chlamydophila psittaci" em 30% a 35% das amostras de fezes das aves que temos recebido de todo o Brasil. Em alguns casos, nesses 10 anos de experiência com o diagnóstico da bactéria em amostras biológicas de aves, tivemos relatos da psitacose/ornitose ocorrendo em proprietários, tratadores e veterinários. (Fonte: Unigen Tecnologia do DNA LTDA). INFORMAÇÕES IMPORTANTES:a "Chlamydophila psittaci" é bactéria zoonótica causadora da doença em aves e humanos. Já foi chamada e é conhecida ainda hoje como Clamídia. Existem vários genótipos conhecidos, com diferentes características patogênicas. Ornitose, psitacose, clamidiose são sinônimos para a doença que essa bactéria causa. É comum encontrar ainda hoje quem pense e até mesmo divulgue a informação incorreta de que o agente etiológico da ornitose seja um vírus. A infecção se dá das aves para as pessoas por contato direto com uma ave infectada. Pode-se contrair a infecção por inalação do pó das fezes secas de qualquer ave infectada e não somente dos psitacídeos (papagaios e periquitos). É importante saber que pessoas ou aves infectadas podem ser portadoras da bactéria e não manisfestarem quaisquer sintomas ou sinais clínicos. Tanto as aves como os humanos infectados podem ser facilmente tratados com o uso correto de antibiótico específico sendo possível ficarem completamente curados. O laboratório Unigen realiza exame nas fezes das aves para diagnosticar a presença da bactéria em aves, mesmo que não manifestem sinais clínicos. Faça uma consulta a um veterinário especialista em animais silvestres! Você pode encontrá-los consultando o nosso site no link - Encontre um Profissional -. Clique em http://www.unigen.com.br/canais/avespet/index.php?action=140 14/07/2008

 
   
Unigen Tecnologia do DNA - R. Dr. Zuquim, 1720 cj. 4, térreo São Paulo/SP - CEP: 02035-022 - Brasil Tel.: (11) 2979-1528
Unigen Tecnologia do DNA - Todos os direitos reservados - 2010